FAKE NEWS e o prejuízo de uma sociedade

FAKE NEWS

Os robôs foram criados em 2013, por ocasião dos blackblocs.

Fortaleceram-se muito para tirar um partido antes das eleições,e potencializaram-se em 2018 por conta das últimas eleições.

Em 2016, um grupo de executivos financeiros jovens esteve na sede do Google no Itaim Bibi em São Paulo, para entender qual é o processo para monetizar seus canais, e tornar as publicações virais, sejam verdadeiras ou falsas.

Segundo os jornalistas Rodrigo Ghedin, Tatiana Dias e Paulo Victor Ribeiro, “o grupo de seis blogueiros políticos se reuniu na sede do Google Brasil no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, em julho de 2016. Convidados pela empresa, a maioria saiu de Minas Gerais para receber orientações sobre como aumentar seus ganhos com o AdSense, o programa do Google de “aluguel” de publicidade em sites. No encontro, um funcionário da empresa teria aberto uma planilha com um case de sucesso para inspirá-los: o site de direita O Antagonista, que receberia milhares de dólares com anúncios.

Em seguida, os blogueiros receberam dicas de otimização e sugestões de temas que renderiam mais dinheiro no AdSense.

Embora o Google não tenha sido explícito a esse respeito, o grupo saiu de lá certo de que uma agenda contra o PT e a presidente da República, Dilma Rousseff, era o caminho para ganhar muito dinheiro. Funcionou. Em agosto de 2016, mês seguinte ao encontro, derradeiro para o impeachment, o faturamento de um dos blogs passou de R$25 mil”, dizem os jornalistas.

A criação disso tudo é barata, ou seja, um domínio do Registro.BR + Hospedagem + Criação de Canal no Youtube + Site / Blog;

Isso tudo não custa mais que R$ 40,00 mensais.

Mas a chave do sucesso, o principal, é ter uma web audiência que compartilhe “para todos os seus grupos”, as notícias fabricadas.

Esses soldados do bem, pessoas de boa-fé acham que estão prestando um bom serviço, compartilhando informações importantes.

O Google mostrou para esses executivos que as frase de efeito são fundamentais: ISSO A GLOBO NÃO MOSTRA, ESPALHEM O MÁXIMO POSSÍVEL, VAZOU NA INTERNET, SE VOCÊ É BRASILEIRO COMPARTILHE, URGENTE: REVELADA A VERDADE SOBRE O ESCÂNDALO….,ou ainda O FACEBOOK / TWITTER / YOUTUBE TIRARAM DO AR A NOTICIA, ENTÃO COMPARTILHE COM SEUS AMIGOS.

Eu digo sempre nos eventos sobre comunicação, que tenho oportunidade de participar, que não são as redes sociais as responsáveis por essa calamidade. Elas são veículos que hospedam conteúdo, e por não serem mídias profissionais de comunicação, salvo pequenas exceções, não se responsabilizam pelo conteúdo.

Em verdade, aquilo que se falava “nos botecos da vida” é público e de fácil acesso. As redes sociais escancararam os verdadeiros valores e visão de mundo, ética e compaixão, cidadania e solidariedade das pessoas.

Meus colegas Tagil Ramos (Twitter, Chiclete e Camisinha) e Conrado Adolpho (Google Marketing) deixaram um ensinamento: O que entra na Web, nunca mais sai.

É por essa razão que o ministro da justiça não determinou ao Telegram (e constitucionalmente poderia tê-lo feito) que mostrasse se, de fato, as suas conversas com os procuradores, eram montagem ou não.

Não há como negar que foram verdadeiras.

Nesse mérito, a sua exposição deve ser condenável por aqueles que a fizeram, entretanto, divulgar prontuário médico, como se está fazendo atualmente, também é crime – o pau que bate em Francisco tem que bater em Chico também.

Portanto, meus caros colegas do Facebook, se nós não nos comportarmos nas redes sociais da mesma maneira que o fazemos na vida presencial, então somos duas personalidades totalmente distintas e desconectadas com a realidade da vida.

Abraços à todos!

Corpo humano como um instrumento para perceber a comunicação interpessoal

por Guilherme Armando Contrucci

O famoso seriado Lie To Me (Engana-me se Puder), protagonizado pelo ator Tim Roth, que interpreta o Dr. Cal Lightman (baseia-se no personagem real Paul Ekman), sendo exibido no Brasil pelo canal FOX Brasil desde 2009, mostra que é possível detectar fraudes e mentiras em todas as pessoas, especialmente naqueles que estão sendo investigados por delitos e crimes de toda espécie, através de técnicas comportamentais e estudos da linguagem e expressões do corpo humano.

No seriado, o Dr. Cal e sua assistente Dra. Gillian Foster (Kelli Williams) observam atentamente as micro expressões faciais das pessoas, além das expressões corporais que mencionei acima, dando subsídios técnicos para que a justiça possa tomar decisões mais assertivas quando o assunto é a condenação, ou não, de possíveis infratores ou criminosos.

Na comunicação intrapessoal, não só os sinais corporais e as tais expressões do rosto podem ser grandes aliados na persuasão e no convencimento, mas também outras percepções sutis são grandes aliados quando o assunto é a boa prática da comunicação, ou as negociações profissionais, incluindo aqui as práticas educativas entre pais e filhos ou professores e alunos no processo ensino – aprendizagem.

O best-seller de Roland Tompakow e Pierre Weil, O Corpo Fala (1973), mostra que centenas de movimentos e expressões corporais inconscientes, como por exemplo sentar com as penas abertas demais ou cruzadas, sorrir durante uma conversa, virar o pé esquerdo, virar as palmas das mãos para cima ou para baixo, cruzar os braços,colocar a mão no queixo e outros movimentos e gestos, são significados objetivos, embora inconscientes, que podem ser interpretados de modo benéfico ou elucidativo para todos que estiverem ouvindo a mensagem, no caso denominados receptores da comunicação interpessoal.

Não estarão aí as causas das “simpatias ou antipatias” que percebemos nas pessoas logo nos primeiros encontros, principalmente assim que elas começam a se comunicar? Lembram que escrevi sobre as quatro atitudes pelas quais uma pessoa é julgada, sendo que uma delas é “como falamos o que falamos”, usando teorias do Dr. Lair Ribeiro? Pois bem, as expressões corporais apontam imediatamente quando a nossa comunicação é bem aceita pelos receptores, alunos ou filhos, e como podemos fazer para transformar os ruídos da comunicação e mensagens agradáveis e de fácil entendimento; ou até se devemos interromper aquilo que estamos falando, contando, apresentando ou vendendo.

Por exemplo:

Observe os pés de um casal e veja que, quando sentados, ou de frente um para o outros, os pés deles apontam-se mutuamente, significando grande harmonia e entendimento. A mão esquerda da mulher, se estiver presa ao homem, pode significar um pedido de proteção, uma vez que a mão esquerda é a mão do sentimento e da emoção. Por outro lado, a mão direita do homem, a mão da proteção e acolhimento, pode mostrar que ele protege ou domina a mulher, quando no corpo dela está sua mão encostada.

Outro exemplo, é uma técnica para criar diálogo e relação de confiança com a outra pessoa, chamado de “espelhamento”, ou seja, imitar o comportamento do outro de forma sutil. Dessa forma, pode existir uma relação de reconhecimento no emissor da comunicação. Quando assumimos essa mesma posição fisiológica, estamos dizendo que “sou igual a você”.

Muitas escolas de comunicação pecam por ensinarem apenas as técnicas para formatar e juntar palavras e expressões, dando bastante ênfase ao quesito conteúdo, mas esquecem de dar atenção aos principais elementos que são a expressão corporal e o tom de voz.

Conhecendo algumas técnicas e sabendo analisar as posturas, todos podem se beneficiar desses conhecimentos.

Comunicação é uma arte!

Eficiência em períodos de transformação

Fonte: Google.com

Estamos vivendo um momento de tanta incerteza e instabilidade que o noticiário passou a ter mais ibope que o futebol, a novela ou a Kéfera. Como fazer negócios em um ambiente tão instável? Como sobreviver, e talvez até prosperar? Será que a crise ainda vai longe?

Para responder a estas e outras perguntas, quebrar esse clima de pessimismo e partir para a ação, reunimos grandes empresários em um evento aqui no nosso escritório, no dia 31 de março.

Clique aqui e confira o video do evento

Comportamento do consumidor: o brasileiro parou de comprar?

Fonte: Google.com

Se você tem um negócio ou trabalha para algumas marcas, sabe o quanto este clima de instabilidade política e econômica afeta a tomada de decisões – tanto de quem compra quanto de quem vende. Quando a situação fica meio nebulosa, é importante parar, entender as mudanças no comportamento do consumidor e ajustar sua estratégia para a nova realidade.

E em que o brasileiro começa a economizar? Será que ele fecha de vez a carteira e passa a comprar apenas itens de primeira necessidade? Definitivamente não é o que nossos insights mostram.

Com a ascensão econômica da classe C, a sociedade brasileira passou por uma grande transformação e se tornou bem mais inclusiva. As pessoas começaram a ter acesso a novas tecnologias, produtos de bem maior qualidade, fazer viagens diferentes, viver experiências com mais conforto. O que vemos é que elas não estão dispostas a abrir mão disso tão fácil assim.

Quando a grana fica curta, em vez de deixar de consumir, as pessoas encontram maneiras mais inteligentes de comprar.

Por exemplo, neste mês João está meio apertado, mas precisa de um tênis novo e tem uma marca favorita. Ele poderia até usar uma outra um pouco mais barata com o mesmo conforto, mas vestir aquela marca lhe dá um certo status e isso é importante para ele. O que ele faz?

Primeiro, compara os preços do modelo que ele quer.

Se ao comparar os preços João percebe que ainda está pesado para o bolso, ele tem uma outra saída: procurar por um produto usado em boas condições. Ou seja, abrir mão do que ele quer fica em último lugar na lista.

Outra mudança interessante é a disposição do consumidor para colocar a mão na massa na hora de economizar com serviços. Será que é uma oportunidade que você está deixando passar? Por exemplo, digamos que as vendas de sua marca premium de amaciante tenham caído e que uma das tendências que notamos foi o aumento significativo nas buscas por “como fazer amaciante caseiro?”.

Será que não é a hora de criar uma marca de combate mais acessível até o consumidor recuperar seu poder de compra? Ou será que você deve ser mais ousado e tentar aproveitar a situação para alavancar sua marca de condicionador de cabelo mais barata, já que esse é o principal ingrediente das receitas caseiras de amaciante? Seja qual for sua resposta, saber como o consumidor está se virando para contornar a redução de seu poder de aquisitivo é essencial na hora de criar uma estratégia.

Buscas por soluções caseiras

Além de ser uma ótima ferramenta para planejar a melhor das compras, o ambiente digital também se transforma em um excelente meio para conseguir uma renda extra e bancar as necessidades de consumo. Um bom exemplo é o aumento no número de pessoas oferecendo acomodações pelo Airbnb. Ana está louca para viajar, mas está quebrada. Então ela pensa naquele quarto da casa que estava cheio de caixas, dá uma arrumada nele e o anuncia no site. Ela começa a receber hóspedes e usa o dinheiro que ganha para a viagem que tanto queria fazer.

Fontes de renda online

Esses insights são apenas alguns exemplos. O aprendizado mais importante para empresas e marcas é saber que uma retração econômica não paralisa o consumidor, apenas o faz comprar de maneira menos impulsiva e mais consciente.

A grande virada está em abraçar essas mudanças, e o Google tem profissionais e ferramentas para ajudá-lo a explorar essas novas possibilidades. Observando as tendências de comportamento do consumidor, você pode colocar sua marca onde ela precisa estar, como tem que estar e na hora certa para impactar seu público.

Comunicação Eficaz no Ambiente de Trabalho – TJ SP

TJSP promove palestra sobre comunicação no ambiente de trabalho

A Sala do Servidor do Fórum João Mendes Júnior recebeu hoje (3) palestra sobre o tema Comunicação eficaz: motivando pessoas e organizações, proferida pelo especialista Guilherme Armando Contrucci. O evento foi organizado pela Coordenadoria de Apoio aos Servidores (Caps), com a colaboração da Escola Judicial dos Servidores (EJUS).

O juiz assessor da Presidência Roberto Chiminazzo Júnior abriu a palestra e deu boas-vindas ao convidado. “Exposições como essas são muito importantes para o desenvolvimento do nosso trabalho, pois podemos interagir com outros servidores e tornar nosso dia mais agradável”.
Guilherme Contrucci falou sobre a importância da boa comunicação nas relações interpessoais e também no ambiente corporativo. Segundo ele, os ruídos produzidos durante as tentativas de comunicação são os maiores causadores de conflitos entre as pessoas e, por isso, é preciso atenção durante o processo para que haja correto entendimento entre os interlocutores. “Estudiosos dizem que utilizamos 70% do nosso tempo para nos comunicar, seja escrevendo, falando, ouvindo ou gesticulando, e muitas vezes não conseguimos nos fazer entender, o que gera conflitos interpessoais. É preciso codificar corretamente a mensagem para que o interlocutor a entenda e consiga um bom feedback dessa comunicação”, explicou.

O palestrante falou, também, sobre um tema bastante atual, que envolve principalmente os mais jovens e causa grande dificuldade na compreensão das mensagens. “As novas gerações têm utilizado, para sua comunicação, símbolos e palavras abreviadas, o que dificulta o correto entendimento. A linguagem é uma grande barreira para uma boa comunicação e ela, infelizmente, está muito banalizada. A responsabilidade da boa comunicação é do emissor e, por esse motivo, a atenção à linguagem é fundamental. O conhecimento é algo que não ocupa espaço”, concluiu.

Ao final da palestra – acompanhada por 1.306 participantes, sendo 236 na Capital e 1.070 por transmissão online – o convidado recebeu certificado de participação do TJSP.

fonte: Comunicação Social TJSP – AM (texto) / RL (fotos)
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